" Muitas são, Senhor meu Deus, as maravilhas que tens operado para conosco, e os teus pensamentos não se podem contar diante de ti; se eu os quisera anunciar, e deles falar, são mais do que se podem contar." (Salmos 40:5) " 

Fim da TPM

TPM
Irritação, ansiedade, tensão nervosa, vontade incontrolável por doces. Estes são sintomas comuns que caracterizam a famosa tensão pré-menstrual. Até aqui nenhuma novidade para mulheres que sofrem com a TPM todo mês.

A boa notícia é que estudos revelaram determinados nutrientes que podem atenuar, ou até mesmo eliminar, os incômodos da tensão pré-menstrual. A especialista em Nutrologia e Terapia Biomolecular, Maria Elizabeth Ayoub, explica que a TPM é classificada como uma síndrome, já que é um conjunto de sintomas que aparecem na segunda fase do ciclo menstrual (próximo à menstruação) e está dividida em quatro tipos: TPM A, C H e D.
Na TPM tipo A, as mulheres se sentem ansiosas, irritadas e tensas, podendo até ser agressivas. É o tipo mais freqüente. O tipo C caracteriza-se pelo aumento de apetite (com predomínio da vontade
de chocolate), fadiga, dor de cabeça e palpitações. Já o aumento de peso súbito de dois a três quilos, aumento das mamas, dor e distensão abdominal, são sintomas do tipo H. O tipo D é o menos freqüente e os sintomas predominantes são depressão, choro, sonolência ou insônia, e confusão mental.

As condições para o surgimento dos sintomas são múltiplas e variam a cada organismo. Maria Elizabeth afirma que uma mesma mulher pode apresentar os sintomas de um ou mais tipos de TPM.

O tratamento depende do tipo de tensão pré-menstrual que a mulher apresenta. O primeiro (e fundamental) passo é a desintoxicação do fígado. Isso porque as funções metabólicas deste órgão são imensas. "Ele está diretamente envolvido com o metabolismo dos carboidratos, das gorduras e das proteínas, além de armazenar vitaminas e minerais na produção de colesterol e hormônios", diz Maria Elizabeth.

A desintoxicação envolve aumento da ingestão de líquidos, fibras, frutas e vegetais. Além disso, deve-se evitar a ingestão de alimentos que aumentem a formação de toxinas, como carnes gordurosas, açúcar, álcool e cafeína em excesso. Iniciar ou manter um programa razoável de exercícios físicos também ajuda o processo.

"O objetivo da desintoxicação é evitar um desequilíbrio nos níveis hormonais, principalmente entre o estrogênio e a progesterona (hormônios femininos), além de prevenir deficiências de algumas vitaminas e alguns minerais que são de fundamental importância no período menstrual", ressalta a especialista. Recomenda-se também o aumento da ingestão de alimentos que contenham os nutrientes necessários para reequilibrar e corrigir a síndrome.

Para mulheres que sofrem com a TPM tipo A, a recomendação compreende uma suplementação de vitaminas do complexo B, vitamina E e magnésio. As vitaminas do complexo B são encontradas nos cereais integrais, carnes magras (peixes e aves), soja, frutas (destacando banana, abacate e ameixa), vegetais (como a couve flor, brócolis e repolho) e batata. Já o magnésio é encontrado nas verduras e frutos do mar.

Quem apresenta sintomas da TPM C deve ter uma alimentação rica ou fazer uma suplementação de magnésio. "O intenso desejo por chocolate, manifestado pelas mulheres com a TPM tipo C pode ser um sintoma clínico de deficiência de magnésio", explica Maria Elizabeth.

Um consumo exagerado de sal, fonte de sódio, também auxilia na retenção de líquidos e há uma perda de cálcio, além de estimular uma maior liberação de insulina pelo pâncreas, o que além de inchar também ajuda a engordar. Por isso, mulheres com a TPM H devem evitar abusar do sal nesse período.

"Podemos dizer que a TPM, em qualquer das suas manifestações, pode ser uma decorrência de desequilíbrios hormonais e certamente nutricionais", diz a especialista. Recomenda-se, portanto, que haja uma redução no consumo de gorduras animais e um aumento na ingestão das gorduras "boas", que estão presentes no óleo da linhaça, nas sementes de girassol e gergelim, no abacate, no óleo da prímula, entre outros.

Como engravidar com segurança após os 35 anos?


Veja os cuidados que a mulher madura deve adotar antes de ser mãe

Por Aléssio Calil Mathias - Ginecologia e obstetrícia



O adiamento da gravidez é uma escolha muito comum das mulheres nos dias de hoje. É uma tendência mundial. Com isto, o número de grávidas ou mulheres tentando engravidar na faixa entre 30 e 40 anos tem aumentado nos últimos anos. Dados da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) indicam que, no Estado de São Paulo, o número de mães entre 35 e 39 anos aumentou 2,3% em dez anos. Em 1995, nasceram 44.891 bebês de mães nesta faixa de idade, o que representa 6,6% dos nascimentos no Estado. Em 2005, o percentual aumentou para 8,9% com 55.152 nascimentos. São muitos os fatores envolvidos na decisão de adiar a maternidade: a estabilidade profissional, a espera por um relacionamento estável, o desejo de atingir segurança financeira, ou, ainda, a incerteza sobre o desejo de ser mãe. Entretanto é importante alertar estas mulheres sobre as conseqüências desta decisão: a idade afeta a capacidade reprodutiva feminina.

A queda na fertilidade com o avanço da idade é um fato biológico. Estima-se que a chance de gravidez por mês é de aproximadamente 20% nas mulheres abaixo de 30 anos, mas de apenas 5% nas mulheres acima dos 40. Mesmo com os tratamentos para infertilidade, como a fertilização in vitro, a fertilidade diminui e as chances de um aborto espontâneo aumentam após os 40. Há várias explicações para esse declínio de fertilidade: condições médicas, mudanças na função ovariana e alterações na liberação dos óvulos.

A mulher de 40 anos também tem mais chances de apresentar problemas ginecológicos, como infecções pélvicas e endometriose, que podem diminuir a fertilidade. À medida em que a mulher envelhece, seus óvulos também envelhecem, tornando-se menos capazes de serem fertilizados pelos espermatozóides. A fertilização desses óvulos está associada a um risco maior de alterações genéticas. Por exemplo, alterações cromossômicas, como a Síndrome de Down, são mais comuns em crianças nascidas de mulheres mais velhas. Há um aumento contínuo no risco desses problemas cromossômicos conforme a mulher envelhece. Quando os óvulos com problemas cromossômicos são fertilizados, eles têm uma possibilidade menor de sobreviver e crescer. Por essa razão, mulheres que estão acima dos 40 têm um risco aumentado de abortos espontâneos também.

Para prevenir a malformação fetal pelo menos seis meses antes de engravidar, é preciso iniciar a suplementação com ácido fólico, que se estende até a 14ª semana de gestação. A função do ácido fólico é prevenir defeitos de fechamento do tubo neural fetal, garantindo uma boa formação da medula espinhal e do cérebro do bebê.

Preparação é fundamental

Além de saber que a idade pode ser um fator determinante da fertilidade feminina, a mulher, após os 35 anos de idade, precisa adotar cuidados adicionais antes de engravidar. Os riscos de uma gravidez tardia podem ser contornados com uma preparação prévia e um pré-natal com acompanhamento adequado. Quanto mais saudável estiver a mulher, maior a chance que os nove meses transcorram com tranqüilidade. O primeiro passo desta preparação é colocar a carteira de vacinação em dia. Pelo menos três meses antes de engravidar, a mulher precisa se proteger contra rubéola, sarampo, caxumba, hepatite A e B e catapora.

Nesta etapa de preparativos não podem faltar os testes de sorologia para hepatite B e C e HIV. Os problemas de saúde preexistentes também devem ser analisados mais de perto no caso de uma gestação tardia. Casos como os de hipotireoidismo merecem atenção especial porque são mais comuns em pessoas acima dos 35 anos e podem interferir numa gravidez.

Mulheres portadoras de doenças crônicas, tais como pressão alta e diabetes também merecem atenção especial e aconselhamento do obstetra antes de tentar a gravidez. O ginecologista que acompanha esta mulher deve fornecer informações quanto ao curso da gravidez quando se tem hipertensão arterial ou diabetes. É importante que essas doenças estejam bem controladas antes da tentativa de engravidar. Pois, mesmo sem apresentar pressão alta e diabetes pré-existentes, essas condições se desenvolvem mais comumente em mulheres que concebem após os 35 anos. Como resultado desse risco aumentado, exames e monitoramento especiais podem ser recomendados durante a gravidez.

O lado bom

Geralmente, quando a maternidade acontece tardiamente, a mulher tem maior equilíbrio emocional para criar o filho. Do ponto de vista psicológico, o estresse e a depressão diminuem. A mulheres que decidem ter um bebê mais tarde, geralmente têm consciência de que precisam melhorar o seu estilo de vida para favorecer a sua própria saúde e a do bebê. Elas adotam com maior facilidade as recomendações para fazerem atividades físicas e manterem uma alimentação controlada para evitar ou controlar problemas cardíacos, diabetes, hipertensão e colesterol alto.


Dr. Aléssio Calil Mathias é ginecologista e obstetra, diretor da Clínica Genesis.

Massagens




Celulite, gordura localizada e flacidez surgem no corpo da mulher por vários fatores: hormônios, stress, sedentarismo (falta de atividades físicas), roupas justas, tendência familiar e alimentação com excesso de gordura. Para diminuir os estragos estéticos que isso pode causar, você pode mudar sua alimentação, exercitar-se e evitar roupas justas. Mas os tratamentos estéticos estão aí para facilitar sua vida.

Uma forte aliada para melhorar a aparência da pele é a massagem modeladora. Esse tratamento manual, concentrado nos pontos de celulite e de gordura, é feito em todo o corpo por uma profissional especializada em sessões de aproximadamente meia hora (trinta minutos).

Os toques manuais ajudam a drenar o líquido das células, a remodelar o contorno do corpo e a enrijecer a musculatura. Se você perdeu muito peso e está com a pele flácida, por exemplo, pode ter certeza de que seu corpo pode ganhar nova forma com essas massagens. Mulheres que acabaram de ter filho podem voltar a ter a barriguinha de antes - ou até deixá-la melhor! - com o auxílio do tratamento.Não existe restrição de idade nem de peso - as magrinhas também podem ter celulite - para fazer sessões de massagem modeladora. Se houver alguma contra-indicação, ela será diagnosticada na pré-avaliação que clínicas sérias fazem.
 
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